Pesquisa

Antes do espetáculo sequer tomar forma, muita pesquisa é envolvida. O desafio de adaptar Shakespeare – não uma ou duas peças, mas 5 peças importantes do autor – era principalmente fugir do óbvio e encontrar um meio de transformar as palavras shakesperianas em números de circenses.

Confira um dos exercícios de improviso cheio de sensibilidade que nossa querida Ana Luiza realizou:

Ana Luiza é trapezista, atriz e judoca medalhista. Ana também é cega. No vídeo, Tayane e o instrutor Garcez, que prepara as acrobacias junto com Ana, cuidam da segurança da artista para que ela execute o exercício dentro da área de proteção.

Ao trabalhar com artistas com deficiência, temos que ter uma atenção dobrada com a segurança, pois a percepção e necessidade de cada um é única. É necessário muita conversa entre o artista, seus colegas e instrutores para que o artista com deficiência sinta-se confortável e seguro em seu ambiente de trabalho, ainda mais no circo, onde o risco se intensifica ainda mais.

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